As Universidades Federais passam por momentos de crise em virtude da proposta de Reforma Universitária que vem sendo implementada pelo Governo Federal. Esta política ao mesmo tempo em que amplia as vagas e a estrutura material das Universidades Federais, não aumenta na mesma proporção o número de docentes, técnico-administrativos e os recursos para a sua manutenção.
Os recursos encaminhados às Universidades estão alocados em projetos que muitas vezes autonomizam as ações de pessoas em detrimento de um coletivo. Isto acaba por dificultar as ações no cotidiano da instituição. Além desta problemática a ameaça da carreira, o achatamento salarial, a precarização do trabalho nestas instituições aumentam cada vez mais.
Ser gestor de uma Unidade Acadêmica nesta conjuntura requer um posicionamento firme, coerente e maduro para os enfrentamentos necessários à política, sem que haja prejuízos institucionais. Por isso, a Gestão Democrática torna-se fundamental, para que possamos aglutinar pessoas que alavanquem projetos, sem esquecer a luta por uma Universidade Pública, Gratuita, Amazônica e de qualidade socialmente referenciada.
É nesta perspectiva que Arminda Mourão e Ana Castro dos Santos colocam os seus nomes para concorrer a direção e a vice-direção da Faculdade de Educação, apresentando à Comunidade Universitária a proposta de Gestão – 2010 a 2014.
PROPOSTAS NO ÂMBITO DA UNIVERSIDADE
1) Defesa da Universidade Pública, Gratuita, Amazônica e de qualidade Socialmente referenciada;
2) Implantação de Fóruns Democráticos de Decisão que possibilitem a participação de todos os segmentos da Comunidade Universitária;
3) Luta pela implementação da Estatuinte e do Congresso Universitário;
4) Apoio à luta dos professores, técnico-administrativos e discentes.
PROPOSTAS NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO
1) Promover a avaliação da Faculdade de Educação, visando a melhoria da Gestão e da Qualidade do Ensino;
2) Acompanhar o PPP, por meio de planejamento coletivo.
3) Promover uma Política de comunicação externa e interna, priorizando as seguintes ações:
a. Criação do Programa de Televisão da FACED;
b. Rearticulação da Revista Dialógica;
c. Criação e manutenção da página da FACED.
d. Realização da Mostra da Faced;
e. Realização de Jornadas Pedagógicas Semestrais.
4) Fortalecimento dos núcleos e grupos de pesquisa;
5) Promover a política de integração da Pós-Graduação com a Graduação;
6) Promover uma Política do Pós-lato;
7) Democratizar os espaços da faculdade – Política para a distribuição dos espaços;
8) Rearticular o Colegiado do Curso com as representações dos Departamentos, promovendo um trabalho colegiado;
9) Constituir um núcleo de apoio à Pesquisa e à Extensão;
10) Articular convênios com a SEMED e SEDUC para organizar os estágios;
11) Engajar os professores mestres e os técnico-administrativos em grupos de pesquisa para ampliação da produção da Faculdade, assim como das bolsas de iniciação científica.
12) Articular projetos de extensão coletivos;
13) Política de recursos humanos;
14) Política de recursos tecnológicos por meio das seguintes ações:
a. Criar ambientes híbridos de ensino-aprendizagem;
b. Promover cursos de inovação tecnológica para professores e técnicos;
c. Ampliar o laboratório de informática;
d. Organizar espaços para teleconferências.
15) Discutir políticas de Educação a distância no âmbito da Faculdade de Educação.
16) Criar e rearticular espaços para mediações didáticas, tais como:
a. Laboratório de criatividade;
b. Ludoteca;
c. Oficinas pedagógicas.
Quando intitulamos nossa chapa de «A FACED QUE QUEREMOS É A FACED QUE FAREMOS!» foi no sentido que somos de luta e capazes de trabalhar o novo com experiência e maturidade, sem deixar de nos pautar nas experiências daqueles que cotidianamente vêm construindo nossa Faculdade.
ARMINDA MOURÃO ANA CASTRO DOS SANTOS
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
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